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23/03/2020
Soja sobe e tem máxima de 10 dias em Chicago nesta 2ª feira com melhor demanda por parte da China
A melhora da demanda pela soja dos EUA, principalmente por parte da China, permite que os futuros da oleaginosa negociadas na Bolsa de Chicago comecem uma nova semana com boas altas

Notícias Agrícolas

A melhora da demanda pela soja dos EUA, principalmente por parte da China, permite que os futuros da oleaginosa negociadas na Bolsa de Chicago comecem uma nova semana com boas altas e alcançassem suas máximas em 10 dias em meio a pressão da pandemia de

No pregão desta segunda-feira (23), as cotações subiam entre 11,25 e 14 pontos, por volta de 6h50 (horário de Brasília), levando o maio a US$ 8,76 por bushel e os contratos julho e agosto a US$ 8,78.

O mercado, que acumulou baixas e ficou bastante sobrevendido em semanas consecutivas de intensa aversão ao risco acabou ficando mais barato e mais atrativo para os compradores, ajudando nessa recuperação das cotações. Na semana passada, bons volumes de soja dos EUA para a China foram confirmados e trouxeram algum otimismo ao mercado. Para analistas e consultores, pode ser o início do cumprimento da fase um do acordo comercial firmado entre chineses e americanos depois de 18 meses de guerra comercial, já que outros produtos como milho e trigo também foram adquiridos.

E assim, os futuros da soja dão continuidade às altas fortes já registradas no final de última semana. E o mercado e traders observam ainda o comportamento do dólar frente ao real e demais moedas, e no Brasil a perda foi de mais de 1% para levar a moeda a R$ 5,02 na última sexta, depois de bater acima dos R$ 5,20 durante a semana passada.

Ainda nesta segunda-feira, sobem as demais commodities agrícolas, à exceção do algodão na Bolsa de Nova York, que perde mais de 5%, bem como o petróleo, que perdia mais de 1% no WTI também negociado na bolsa norte-americana, levando o barril a US$ 22,31.

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